sábado, 20 de abril de 2013

PROTEÍNAS E ALIMENTAÇÃO


As proteínas e nossa alimentação






O desenvolvimento saudável de uma criança depende do fornecimento de proteína de qualidade. Por proteínas de qualidade entende-se as que possuem todos os aminoácidos essenciais para a nossa espécie. A maturação cerebral depende do fornecimento correto, na idade certa, das proteínas de alto valor nutritivo. Pobreza de proteínas na infância acarreta sérios problemas de conduta e raciocínio na fase adulta.
A doença conhecida como Kwashiorkor, em que a criança apresenta a abdômen e membros inchados, alteração na cor dos cabelos e precário desenvolvimento intelectual, é uma manifestação de deficiência proteica na infância e mesmo em adultos.

As autoridades mundiais estão cada vez mais preocupadas com a correta alimentação dos povos que, normalmente, não possuem acesso fácil aos alimentos proteicos.
Em muitas regiões do mundo, as pessoas recorrem aos alimentos ricos em carboidratos (excelentes substâncias fornecedoras de energia), porém pobre em aminoácidos.
Elas engordam, mas apresentam deficiência em proteínas. O ideal é incentivar o consumo de mais proteínas e obter, assim, um desenvolvimento mais saudável do organismo.
As proteínas mais "saudáveis", de melhor qualidade, são as de origem animal. As de maior teor em aminoácidos essenciais são encontradas nas carnes de peixe, de vaca, de aves e no leite.
Um aspecto importante a ser considerado no consumo de cereais, é que eles precisam ser utilizados sem ser beneficiados. No arroz, sem casca e polido, o que sobra é apenas o amido, e o mesmo ocorre com os grãos de trigo no preparo da farinha. Deve-se consumir esses alimentos na forma integral, já que as proteínas são encontradas nas películas que recobrem os grãos. Mais recentemente tem se incentivado o consumo de arroz parbolizado (do inglês, parboil = ferventar), isto é, submetido a um processo em que as proteínas da película interna à casca aderem ao grão. Outra grande fonte de proteínas é a soja e todos os seus derivados.


sexta-feira, 19 de abril de 2013

PLACA DE PETRI


Os cientistas ficavam frustrados ao estudar culturas de células antes de 1877, os recipientes usados eram tigelas ou garrafas, mas era difícil de trabalhar e ficavam contaminados, quando Richard Petri criou o instrumento que hoje leva seu nome:

A Placa de Petri.

Placa de Petri é um recipiente cilíndrico, achatado, de vidro, metal ou plástico que biólogos utilizam para a cultura de micróbios.
desenho de Julius Richard Petri
Julius Richard Petri nasceu em Barmen no dia 31 de maio de 1853 e morreu em Zeitz no dia 20 de dezembro de 1921, foi um importante bacteriologista alemão. Petri estudou medicina na Kaiser-Wilhelm-Academia para Médicos Militares de 1871 a 1875 e recebeu o diploma de medicina em 1876. Continuou os estudos no Hospital Charité em Berlim e serviu como médico militar até 1882.
Entre 1877 e 1879, foi designado para o Kaiserliches Gesundheitsamt (Gabinete Imperial de Saúde) em Berlim, onde se tornou assistente de Robert Koch médico, patologista e bacteriologista. Petri criou um recipiente redondo com tampa e de pequeno porte ( Placa de Petri), que fez o processo científico tornar-se fácil de executar, permitindo que as células amadurecessem rapidamente com o auxílio de uma mistura de crescimento, transformando-se em modelos mais simples para análise e desenvolveu a técnica de cultura em ágar para purificar e clonar colônias de bactérias derivadas de uma única célula. Com este avanço, foi possível identificar com rigor bactérias responsáveis por certas doenças.
Placa de Petri é um recipiente cilíndrico, achatado, de vidro, metal ou plástico que biólogos utilizam para a cultura de micróbios.
Kit Clássico da Placa de Petri
Hoje a descrição de uma Placa de Petri ou caixa de Petri é um recipiente cilíndrico, achatado, de vidro, metal ou plástico que biólogos utilizam para a cultura de micróbios. O nome foi dado a este instrumento de laboratório em honra Julius Richard Petri. Normalmente para ser usada em microbiologia a Placa de Petri é parcialmente cheia com um caldo líquido de ágar onde estão misturados alguns nutrientes, sais e aminoácidos, de acordo com as necessidades específicas do metabolismo do micróbio a estudar. Depois que o ágar se solidificar é colocado uma amostra contaminada pelo micróbio (alguns micróbios têm de ser colocados enquanto o ágar se encontra quente).
Placa de Petri é um recipiente cilíndrico, achatado, de vidro, metal ou plástico que biólogos utilizam para a cultura de micróbios.
Placa de Petri empilhada
Placa de Petri é um recipiente cilíndrico, achatado, de vidro, metal ou plástico que biólogos utilizam para a cultura de micróbios.
Placa de Petri – bactéria
As Placas de Petri modernas podem vir dotadas de anéis que seguram a tampa à base, quando empilhadas, para evitar deslizamentos.

Placa de Petri é um recipiente cilíndrico, achatado, de vidro, metal ou plástico que biólogos utilizam para a cultura de micróbios.
Placa de Petri – germinação
Além deste uso (placa de ágar), a Placa de Petri é utilizada para observar a germinação das plantas e de grãos de pólen ou para observar o comportamento de pequenos animais, entre outros.
 




TUBO DE ENSAIO

Tubo de ensaio 
 Usado para teste de reações em pequena escala.

PIPETA

Pipeta: responsável por medir e transferir líquido. Pode ser encontrada em dois tipos, sendo pipeta graduada e pipeta volumétrica. A Graduada permite medir os volumes que são variáveis e a volumétrica além de medir, transfere o volume.
 

BALÃO VOLUMÉTRICO

O balão volumétrico, é um recipiente com forma de pera, de fundo plano e com um gargalo retilíneo, comprido, estreito e com tampa, no qual está gravado uma marca transversal que indica o volume exato do recipiente a 20o C.
O balão volumétrico é usado para preparar soluções de concentração rigorosa e para medir o volume de líquidos. Assim, como todo o material de medida exata, não se devem aquecer nem introduzir sólidos no seu interior.
Os balões volumétricos são de vidro e as capacidades mais frequentes são as de 50, 100, 250, 500 e 1000 ml.

principais vidrarias de laboratórioBalão volumétric

BALÃO DE FUNDO REDONDO

Balão de Fundo Redondo

principais vidrarias de laboratório
Balão de fundo redondo
Utilizado principalmente em sistemas de refluxo e evaporação a vácuo, acoplado a ROTAEVAPORADOR.
O balão de fundo redondo é um recipiente de forma esférica, redondo no fundo, com uma embocadura (gargalo) na sua extremidade superior para enchimento e ligação a outras peças de equipamento laboratorial e com um tubo de saída lateral.
A sua aplicação restringe-se à destilação, processo de separação de constituintes de misturas líquidas ou eliminação de impurezas, onde serve de recipiente para o aquecimento energético – normalmente manta de aquecimento, bico de Bunsen ou banho – do fluído até este entrar em ebulição.
O balão de destilação, como também é conhecido, só deve estar cheio até cerca de metade da sua capacidade, para evitar projeções do líquido.
O balão de fundo redondo é de vidro, uma vez que a sua utilização exige temperaturas muito elevadas não podendo por este fato ser de outro material.

ERLENMEYER

Erlenmeyer

principais vidrarias de laboratório
Erlenmeyer

O  Erlenmeyer é um frasco de vidro ou plástico que leva o nome do químico alemão, Emil Erlenmeyer. Sua utilização é vasta, podendo ser usado para misturas e soluções, mas a sua utilização mais comum é para a titulação, processo que determina a quantidade de uma determinada substância em uma solução.
A boca estreita do Erlenmeyer se torna uma vantagem quando o solvente é volátil, impedindo-o de evaporar. Da mesma forma, em soluções químicas, o bico estreito não permite respingamento, mesmo quando há agitação de seu conteúdo. A agitação, aliás, é uma de suas utilizações, já que facilita algumas reações químicas.
Sua parede em forma de cone invertido evita que o líquido em seu interior espirre para fora.
Apesar de amplamente utilizado, o erlenmeyer possui limitações, já que não podem ser utilizados para determinar medidas precisas, e sim medidas aproximadas.
Em alguns experimentos, o erlenmeyer pode ser desaerado e tampado, para que não ocorra qualquer influência externa ou em compostos sensíveis ao ar.
O erlenmeyer também pode ser aquecido diretamente no Bico de Bunsen, função que também é bastante utilizado em titulações. O erlenmeyer é usado em associação com diversos materiais, como a bureta e a pipeta. Pode ser utilizado para a criação de culturas bacterianas também..
Apresenta variações de tamanhos de bocas, tampas de vidro esmerilhado e plástico e inclusive estrias em suas paredes para melhor homogenização de soluções

BECKER

As principais vidrarias de laboratório são de uso geral

Becker

principais vidrarias de laboratório
                        copo becker
O béquer, becker, copo ou gobelé é um recipiente simples utilizado em laboratório. Béqueres são geralmente de formato cilíndrico com fundo chato e um bico em sua parte superior. Eles são graduados, oferecendo medidas pouco precisas. Não há um tamanho padrão para esses materiais, podendo medir volumes muito pequenos, de poucos mililitros, até volumes maiores, com vários litros.
De modo muito grosseiro efetua-se medidas com o copo de Becker, pois a sua medida é muito imprecisa (normalmente com precisão variante em 5% do mercado). Os béckers são frascos T.C. (to contain) como o tubo de ensaio ou os erlenmeyers. Suas principais diferenças são:
• Apresentar uma escala para medição aproximada
• Possuir base plana para uso autônomo
• Conter bico para transferência
• Ser provido de boca larga
Seu uso é recomendado para experimentos e misturas. Feito de vidro pyrex refratário ou de polímeros como o polietileno ou o polipropileno, o bécker pode ser utilizado em uma ampla faixa de temperatura. Suas capacidades volumétricas mais comuns são de 80 a 400mL, mas indo até 4L ou mais entre os feitos de vidro e 20L entre os de polímeros.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

REPRODUÇÃO BACTERIANA


Cissiparidade ou bipartição
Divisão de uma célula em outras, exatamente iguais. É o processo mais comum de reprodução assexuada de seres unicelulares. Calcula-se que uma célula bacteriana dividisse a cada 20 minutos, depois de 24.










Conjuração Bacteriana
Duas bactérias formam uma ponte entre elas, que permite a troca de material genético. Depois, as bactérias se separam e continuam a reprodução assexuada por cissiparidade.


MORFOLOGIA BACTERIANA


Morfologia

  • cocos: bactérias esféricas
  • espirilos: bactérias espiraladas
  • bacilos: bactérias bastão
  • vibriões: bactérias vírgula

  • Muitas possuem flagelos que permitem a locomoção.