| O ligamento transverso do úmero une os tubérculos maior e menor, convertendo o sulco intertubercular em um canal por onde passa o tendão do bíceps braquial (A1). Mostra o tendão bicipital inserindo-se no tubérculo supraglenoidal e passando pelo sulco intertubercular (A2).
Fonte: http://www.bibliomed.com.br/
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O objetivo deste blog, é dar suporte aos alunos da Escola Estadual Técnica em Saúde, no Hospital de Clínicas – ETS. Assim como, a todos aqueles interessados em Ciências da Saúde e Ciências Biológicas.
sábado, 30 de agosto de 2014
LIGAMENTO TRANSVERSO DO ÚMERO
CABEÇA E TUBÉRCULO DO ÚMERO
| Cabeça: extremidade articular grande e arredondada, como a cabeça do úmero. Tubérculo: eminência elevada, como o tubérculo maior do úmero. |
TUBÉRCULO MAIOR DO ÚMERO
Vista posterior do Úmero.
| Vista posterior do úmero: na faceta superior insere-se o m. supraespinhal; na faceta média, o m. infraespinhal; na faceta inferior, o m. redondo menor. O sulco do n. radial situa-se entre as origens das cabeças lateral e medial do m. tríceps braquial. |
Fonte: www.bibliomed.com.br
TUBEROSIDADE DELTOIDE
| Vista anterior do úmero proximal: no tubérculo menor insere-se o músculo subescapular. Na tuberosidade deltoide, o músculo deltoide. Fonte: http://www.bibliomed.com.br |
ARTICULAÇÃO RADIOUMERAL
| A incisão pode ser ampliada proximalmente, abrindo-se a cápsula articular (a) e expondo a crista supracondilar lateral (b), o que permite acesso adequado à articulação radioumeral (c). Fonte: http://www.bibliomed.com.br/bibliomed/bmbooks/cirurgia/livro13/fig15-11.html |
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
domingo, 24 de agosto de 2014
CIÊNCIAS BIOLÓGICAS: TERMINOLOGIA DAS SUPERFÍCIES ÓSSEAS
CIÊNCIAS BIOLÓGICAS: TERMINOLOGIA DAS SUPERFÍCIES ÓSSEAS: SUPERFÍCIES ÓSSEAS ARTICULARES As superfícies ósseas articulares dividem-se em: cabeça, Côndilo e face. Cabeça Geralmente a extr...
TERMINOLOGIA DAS SUPERFÍCIES ÓSSEAS
SUPERFÍCIES ÓSSEAS ARTICULARES
As superfícies ósseas articulares dividem-se em: cabeça, Côndilo e face.
Cabeça
Geralmente a extremidade de um osso longo frequentemente separada do corpo por um colo estreitado. Ex.: cabeça do úmero e do fêmur.
Côndilo
Uma proeminência arredondada que se articula que se articula com outro osso. Ex.: côndilos femorais.
Face
Uma superfície articular. Ex.: face articular do rádio

SUPERFÍCIES ÓSSEAS NÃO ARTICULARES
As superfícies ósseas não articulares dividem-se em: Crista, Espinha, Epicôndilo, Linhas, Processo, Trocânter, Tuberosidade e Tuberculo,
Crista
Uma linha óssea proeminente, aguçada. Ex.: crista ilíaca do osso ilíaco.

Espinha
Uma projeção afilada. Ex.: espinha escápula.

Epicôndilo
Uma pequena projeção localizada acima do côndilo. Ex.: epicôndilos do úmero.


Linhas
Uma margem óssea suave. Ex.: linha áspera do fêmur.
Processo
Uma proeminência ou projeção. Ex.: processo mastóideo do osso temporal.

Trocânter:
Um processo globoso, grande. Ex.: trocanter maior e menor do fêmur.

Tuberosidade
Um processo globoso amplo. Ex.: tuberosidade ulnar.


Tubérculo
Um nódulo ou um pequeno processo arredondado. Ex.: tubérculo maior e menor do úmero.
Depressões, cavidades e aberturas
As superfícies depressões, cavidades e aberturas ósseas dividem-se em: forame, fossa, fóvea, meato seio, sulco, cavidade articular.
Forame: um buraco. Ex.: forame magno do osso occipital

Fossa: uma depressão frequentemente utilizada como superfície articular. Ex.: fossa mandibular do osso temporal e fossa intraespinhal.

Fóvea: Uma cova, geralmente usada como fixação. Ex.: fóvea da cabeça do rádio.


Meato: um canal. Ex.: meato acústico externo do osso temporal.
Seio: espaço ósseo interno. Cavidade ou espaço oco. Ex.: seio frontal do osso frontal.
Sulco: Uma goteira. Depressão alongada em forma de canaleta; são cavidades onde deslizam os tendões, acomodam um vaso ou um nervo. Ex.: sulco bicipital do úmero.
Cavidade articular: uma depressão óssea mais profunda. EX.: cavidade glenoide.

Fonte:
http://www.imaios.com/br/e-Anatomy/extremidades/Cotovelo-Artografia-por-TC
http://www.gabbfisio.blogspot.com.br/2013/08/anatomia-da-medula-espinal.html
https://www.blogger.com/blogger
http://www.bibliomed.com.br/bibliomed/bmbooks/cirurgia/livro13/fig09-04.html
http:/www./atualizafisio.blogspot.com
As superfícies ósseas articulares dividem-se em: cabeça, Côndilo e face.
Cabeça
Geralmente a extremidade de um osso longo frequentemente separada do corpo por um colo estreitado. Ex.: cabeça do úmero e do fêmur.
Côndilo
Uma proeminência arredondada que se articula que se articula com outro osso. Ex.: côndilos femorais.
Face
Uma superfície articular. Ex.: face articular do rádio
SUPERFÍCIES ÓSSEAS NÃO ARTICULARES
As superfícies ósseas não articulares dividem-se em: Crista, Espinha, Epicôndilo, Linhas, Processo, Trocânter, Tuberosidade e Tuberculo,
Crista
Uma linha óssea proeminente, aguçada. Ex.: crista ilíaca do osso ilíaco.
Espinha
Uma projeção afilada. Ex.: espinha escápula.
Epicôndilo
Uma pequena projeção localizada acima do côndilo. Ex.: epicôndilos do úmero.
Linhas
Uma margem óssea suave. Ex.: linha áspera do fêmur.
Processo
Uma proeminência ou projeção. Ex.: processo mastóideo do osso temporal.
Trocânter:
Um processo globoso, grande. Ex.: trocanter maior e menor do fêmur.
Tuberosidade
Um processo globoso amplo. Ex.: tuberosidade ulnar.
Tubérculo
Um nódulo ou um pequeno processo arredondado. Ex.: tubérculo maior e menor do úmero.
Depressões, cavidades e aberturas
As superfícies depressões, cavidades e aberturas ósseas dividem-se em: forame, fossa, fóvea, meato seio, sulco, cavidade articular.
Forame: um buraco. Ex.: forame magno do osso occipital

Fossa: uma depressão frequentemente utilizada como superfície articular. Ex.: fossa mandibular do osso temporal e fossa intraespinhal.

Fóvea: Uma cova, geralmente usada como fixação. Ex.: fóvea da cabeça do rádio.
Meato: um canal. Ex.: meato acústico externo do osso temporal.
Seio: espaço ósseo interno. Cavidade ou espaço oco. Ex.: seio frontal do osso frontal.
Sulco: Uma goteira. Depressão alongada em forma de canaleta; são cavidades onde deslizam os tendões, acomodam um vaso ou um nervo. Ex.: sulco bicipital do úmero.
Cavidade articular: uma depressão óssea mais profunda. EX.: cavidade glenoide.
Fonte:
http://www.imaios.com/br/e-Anatomy/extremidades/Cotovelo-Artografia-por-TC
http://www.gabbfisio.blogspot.com.br/2013/08/anatomia-da-medula-espinal.html
https://www.blogger.com/blogger
http://www.bibliomed.com.br/bibliomed/bmbooks/cirurgia/livro13/fig09-04.html
http:/www./atualizafisio.blogspot.com
segunda-feira, 11 de agosto de 2014
OSSOS SESAMOIDES-HIOIDE E PATELA
Ossos Sesamóides
São pequenos ossos que podem se desenvolver em certos tendões. Exemplo: Patela e Hioide. O osso hioide é um osso que fica na parte anterior do pescoço, abaixo do maxilar inferior e à frente da porção cervical da coluna vertebral. Não está articulado com nenhum outro osso, apenas com músculos. É apenas suportado pelos músculos do pescoço. Suporta, por sua vez, a musculatura na base da língua.
São pequenos ossos que podem se desenvolver em certos tendões. Exemplo: Patela e Hioide. O osso hioide é um osso que fica na parte anterior do pescoço, abaixo do maxilar inferior e à frente da porção cervical da coluna vertebral. Não está articulado com nenhum outro osso, apenas com músculos. É apenas suportado pelos músculos do pescoço. Suporta, por sua vez, a musculatura na base da língua.
PATELA
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