sábado, 9 de agosto de 2014

NOMENCLATURA DE TERMOS DE ANATOMIA ATUALIZADOS

Nomenclatura Atualizada
SISTEMA ESQUELÉTICO 
Nome AntigoNome Atual
Parte MembranosaParte Membranácea
Orifício NutrícioForame Nutrício
Canal NutritivoCanal Nutrício
BuracoForame
BordoMargem
Canal CarotídeoCanal Carótico
Rochedo do TemporalParte Petrosa do Temporal
VérticeÁpice
OmoplataEscápula
CúbitoUlna
MetacárpicoMetacarpal
IlíacoÍlio
RótulaPatela
PeroneoFíbula
AstrágaloTálus

SISTEMA ARTICULAR
                     Nome Antigo                    Nome Atual
Articulação bicondilianaArticulação bicondilar
Articulação umerocubitalArticulação umeroulnar
Túnel cubitalTúnel do carpo
Prega sinovial infrarotulianaPrega sinovial infrapatelar
Articulação tibioperonealArticulação tibiofibular
Articulação tibiotársicaArticulação talocrural

SISTEMA MUSCULAR
Nome AntigoNome Atual
Intersecção tendinosaIntersecção tendínea
Músculos extrínsecos do globo ocularMúsculos etrínsecos do bulbo do olho
Aponeurose epicraneanaAponeurose epicrânica
Músculo mentoneanoMúsculo mentual
Músculo denteadoMúsculo serrátil
Bainha carotídeaBainha carítica
Músculo iliocostal lombarMúsculo iliocostal do dorso
Músculos rotadores lombaresMúsculos rotadores do lombo
Orifício da veia cavaForame da veia cava
Fáscia subcutânea do abdomenTela subcutânea do abdome
Cabeça mesocubitalCabeça umeroulnar
Músculo semimembranosoMúsculo semimembranáceo
Músculo semitendinosoMúsculo semitendíneo
Músculo peroneal terceiroMúsculo fibular terceiro
Músculo solearMúsculo sóleo
Bolsas subtendinosasBolsas subtendíneas

SISTEMA DIGESTÓRIO
Nome AntigoNome Atual
PalatinoPalato
Vértice da cúspideÁpice da cúspide
Orifício do vértice do denteForame do ápice do dente
Ponta da línguaÁpice da língua
Amigdala lingualTonsila lingual
Gânglios linfóidesNódulos linfóides
Fossetas amigdalinasFóssulas da tonsila
Gânglios faríngeosLinfonodos faríngeos
Amigdala tubarTonsila tubária
CólonColo
Apêndices epiplóicos do cólonApêndices adiposos do colo
Tênia do cólonTênias do colo
Linha pectíneaLinha pectinada
Canais biliares interlobaresDuctos bilíferos interlobares
Canal hepático comumDucto hepático comum
Canal císticoDucto cístico
Canal colédocoDucto colédoco
MesocolenMesocolo
Pequeno epiplonOmento menor
Grande epiplonOmento maior
PeritonenPeritônio

SISTEMA RESPIRATÓRIO
Nome AntigoNome Atual
Parte membranosaParte membranácea
Abertura do canal lacrimalAbertura do ducto lacrimal
Vértice do pulmãoÁpice do pulmão
Cisura oblíquaFissura oblíqua
Recesso costomediastínicoRecesso costomediastinal

SISTEMA URINÁRIO
Nome AntigoNome Atual
Orifícios papilaresForames papilares
Vértice da bexigaÁpice da bexiga

SISTEMA GENITAL
Nome AntigoNome Atual
Corpo amareloCorpo lúteo
Trompa de FalópioTuba uterina
VulvaPudendo
Canal deferenteDucto deferente
Canal excretorDucto excretor
Canal ejaculadorDucto ejaculatório
Canalículos prostáticosDúctulos prostáticos
Fossa isquiorretalFossa isquioanal

SISTEMA CIRCULATÓRIO
Nome AntigoNome Atual
Artéria nutritivaArtéria nutrícia
Trabéculas muscularesTrabéculas cárneas
Membrana broncopericardíacaMembrana broncopericárdica
Canal arterialLigamento arterial
Parte basalParte basilar
Artéria do uncusArtéria do unco
Ramos uretraisRamos uretéricos
Ramo obturadorRamo obturatório
Veias mediastínicasVeias mediastinais
Veia do giro olfactivoVeia do giro olfatório
Canal torácicoDucto torácico
Gânglios linfáticos regionaisLinfonodos regionais
Tronco broncomediastínicoTronco broncomediastinal

SISTEMA LINFÁTICO
Nome AntigoNome Atual
Gânglios linfáticosLinfonodos
Criptas amigdalinasCriptas tonsilares
Amigdala palatinaTonsila palatina
Amigdala tubarTonsila tubária

SISTEMA NERVOSO
Nome AntigoNome Atual
Fibras nervosasNeurofibras
Tenda do cerebeloTentório do cerebelo
Incisura da tendaIncisura do tentório
Dilatação cervicalIntumescência cervical
Dilatação lombarIntumescência lombar
Ligamento denteadoLigamento denticulado
VérticeÁpice
FeixeTrato
EspinhalEspinal
Pedúnculo cerebelosoPedúnculo cerebelar
Núcleo salivar inferiorNúcleo salivatório inferior
Fibras tetopônticasFibras tetopontinas
Núcleo salivarNúcleo salivatório
Plexo coroideoPlexo corióide
Coluna do fórnixColuna do fórnice
ÚncusUnco
PutamenPutame
Nervo olfactórioNervo olfatório
Nervo do mentoNervo mentual
Nervo do músculo do estriboNervo do músculo estapédio
Ramo tubarRamo tubário
Ramo do seio carotídeoRamo do seio carótico
Nervo cubitalNervo ulnar
Nervo obturadorNervo obturatório
Nervo peronealNervo fibular
Plexo uretralPlexo uretérico

ÓRGÃOS DOS SENTIDOS
Nome AntigoNome Atual
Borda serreadaOra serrata
Substância do cristalinoSubstância da lente
Cápsula de TenonBainha do bulbo
Ligamento superior do globo ocularLigamento suspensor do bulbo
Membfrana do estriboMembrana estapedial
Músculo do estriboMúsculo estapédio
Glândulas tubaresGlândulas tubárias
Canais semicircularesDuctos semicirculares
Ouvido internoOrelha interna
Canalículo gustativoCanalículo gustatório
Fonte: http://www.auladeanatomia.com/site/pagina.php?idp=81

POSIÇÃO ANATÔMICA

POSIÇÕES DE ESTUDO – POSIÇÃO ANATÔMICA

É uma referência padronizada e usada por anatomistas e profissionais da saúde no intuito de evitar termos diferentes. Então, padronizou-se em: Posição bípede (em pé); Corpo ereto; Cabeça com a face para frente; Braços e antebraços ao lado do tronco e palmas das mãos para frente; Coxas e pernas unidas com os pés apontando para frente.

Quando o paciente estiver sendo examinado sobre a mesa em decúbito dorsal (ou posição supina), dorso sobre a mesa, ou em decúbito ventral (ou posição de pronação), ventre sobre a mesa, ou em decúbito lateral, de lado, as descrições anatômicas são feitas considerando o indivíduo na posição anatômica.










Fontes:
http://www.tid.needgoo.com/posicion-del-paciente-decubito-supino-o-dorsal/#
http://yajandra99.blogspot.com.br/
http://www.auladeanatomia.com/site/pagina.php?idp=75

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

TECIDO ÓSSEO

O tecido ósseo possui um alto grau de rigidez e resistência à pressão. Por isso, suas principais funções estão relacionadas à proteção e à sustentação. Também funciona como alavanca e apoio para os músculos, aumentando a coordenação e a força do movimento proporcionado pela contração do tecido muscular.
Os ossos ainda são grandes armazenadores de substâncias, sobretudo de íons de cálcio e fosfato. Com o envelhecimento, o tecido adiposo também vai se acumulando dentro dos ossos longos, substituindo a medula vermelha que ali existia previamente.
A extrema rigidez do tecido ósseo é resultado da interação entre o componente orgânico e o componente mineral da matriz. A nutrição das células que se localizam dentro da matriz é feita por canais. No tecido ósseo, destacam-se os seguintes tipos celulares típicos:
  • Osteócitos: os osteócitos estão localizados em cavidades ou lacunas dentro da matriz óssea. Destas lacunas formam-se canalículos que se dirigem para outras lacunas, tornando assim a difusão de nutrientes possível graças à comunicação entre os osteócitos. Os osteócitos têm um papel fundamental na manutenção da integridade da matriz óssea.
  • Osteoblastos: os osteoblastos sintetizam a parte orgânica da matriz óssea, composta por colágeno tipo I, glicoproteínas e proteoglicanas. Também concentram fosfato de cálcio, participando da mineralização da matriz. Durante a alta atividade sintética, os osteoblastos destacam-se por apresentar muita basofilia (afinidade por corantes básicos). Possuem sistema de comunicação intercelular semelhante ao existente entre os osteócitos. Os osteócitos inclusive originam-se de osteoblastos, quando estes são envolvidos completamente por matriz óssea. Então, sua síntese protéica diminui e o seu citoplasma torna-se menos basófilo.
  • Osteoclastos: os osteoclastos participam dos processos de absorção e remodelação do tecido ósseo. São células gigantes e multinucleadas, extensamente ramificadas, derivadas de monócitos que atravessam os capilares sangüíneos. Nos osteoclastos jovens, o citoplasma apresenta uma leve basofilia que vai progressivamente diminuindo com o amadurecimento da célula, até que o citoplasma finalmente se torna acidófilo (com afinidade por corantes ácidos). Dilatações dos osteoclastos, através da sua ação enzimática, escavam a matriz óssea, formando depressões conhecidas como lacunas de Howship.
  • Matriz óssea: a matriz óssea é composta por uma parte orgânica (já mencionada anteriormente) e uma parte inorgânica cuja composição é dada basicamente por íons fosfato e cálcio formando cristais de hidroxiapatita. A matriz orgânica, quando o osso se apresenta descalcificado, cora-se com os corantes específicos do colágeno (pois ela é composta por 95% de colágeno tipo I).
A classificação baseada no critério histológico admite apenas duas variantes de tecido ósseo: o tecido ósseo compacto ou denso e o tecido ósseo esponjoso ou lacunar ou reticulado. Essas variedades apresentam o mesmo tipo de célula e de substância intercelular, diferindo entre si apenas na disposição de seus elementos e na quantidade de espaços medulares. O tecido ósseo esponjoso apresenta espaços medulares mais amplos, sendo formado por várias trabéculas, que dão aspecto poroso ao tecido. O tecido ósseo compacto praticamente não apresenta espaços medulares, existindo, no entanto, além dos canalículos, um conjunto de canais que são percorridos por nervos e vasos sangüíneos: canais de Volkmann canais de Havers. Por ser uma estrutura inervada e irrigada, os ossos apresentam grande sensibilidade e capacidade de regeneração.
Os canais de Volkmann partem da superfície do osso (interna ou externa), possuindo uma trajetória perpendicular em relação ao eixo maior do osso. Esses canais comunicam-se com os canais de Havers, que percorrem o osso longitudinalmente e que podem comunicar-se por projeções laterais. Ao redor de cada canal de Havers, pode-se observar várias lamelas concêntricas de substância intercelular e de células ósseas. Cada conjunto deste, formado pelo canal central de Havers e por lamelas concêntricas é denominado sistema de Havers ou sistema haversiano. Os canais de Volkmann não apresentam lamelas concêntricas.

Tecido ósseo compacto
 
Tecido ósseo esponjoso

Os tecidos ósseos descritos são os tecidos mais abundantes dos ossos (órgãos): externamente temos uma camada de tecido ósseo compacto e internamente, de tecido ósseo esponjoso. Os ossos são revestidos externa e internamente por membranas denominadas periósteo e endósteo, respectivamente. Ambas as membranas são vascularizadas e suas células transformam-se em osteoblastos. Portanto, são importantes na nutrição e oxigenação das células do tecido ósseo e como fonte de osteoblastos para o crescimento dos ossos e reparação das fraturas. Além disto, nas regiões articulares encontramos as cartilagens fibrosas. Por ser uma estrutura inervada e irrigada, os ossos apresentam grande sensibilidade e capacidade de regeneração.
No interior dos ossos está a medula óssea, que pode ser:
 vermelha: formadora de células do sangue e plaquetas (tecido reticular ou hematopoiético): constituída por células reticulares associadas a fibras reticulares.

amarela: constituída por tecido adiposo (não produz células do sangue).
No recém-nascido, toda a medula óssea é vermelha. Já no adulto, a medula vermelha fica restrita aos ossos chatos do corpo (esterno, costelas, ossos do crânio), às vértebras e às epífises do fêmur e do úmero (ossos longos). Com o passar dos anos, a medula óssea vermelha presente no fêmur e no úmero transforma-se em amarela.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

ANTIBIOGRAMA

O antibiograma é um exame de diagnóstico que consegue identificar qual é a bactéria que está causando a infecção no indivíduo, indicando também qual o antibiótico mais indicado para o seu tratamento.
Quando um paciente tem uma infecção causada por bactérias, geralmente é receitado um antibiótico capaz de eliminar estas bactérias, mas algumas infecções nem sempre são causadas por um tipo conhecido de bactérias e, nesse caso, receitar um antibiótico que não seja eficaz contra esses micro-organismos pode piorar a infecção.
Nestes casos, o médio pode realizar um antibiograma ou TSA - Teste de Sensibilidade Antimicrobianos - que irá identificar a bactéria causadora da infecção e escolher o antibiótico mais eficaz para tratar a doença.

Procedimento do antibiograma
O procedimento do antibiograma consiste na coleta, pelo médico, de material biológico como sangue, urina, saliva, catarro, fezes ou células do órgão contaminado pelas bactérias. A seguir, estas amostras são encaminhadas para um laboratório de microbiologia que irá analisar o material através do microscópio e tentar cultivar as bactérias em meio de agar, um tipo de material que favorece o crescimento destes micro-organismos.

Depois das bactérias crescerem no meio de cultura é realizado o antibiograma, que pode ser feito através de 2 processos:

Antibiograma por difusão em agar: neste procedimento são colocados pequenos discos de papel que contêm diferentes antibióticos na placa onde as bactérias crescem. Após algumas horas observa-se se existiu crescimento de bactérias em voltas dos discos e na ausência de crescimento bacteriano, descobre-se qual o antibiótico mais adequado.

Antibiograma baseado em diluição: neste procedimento existe um recipiente com várias diluições de antibiótico com doses diferentes, onde são colocadas as bactérias que serão analisadas. No recipiente onde não houve crescimento bacteriano, é que está a dose correta do antibiótico.

O resultado do antibiograma pode demorar 4 a 5 dias e é obtido através da análise do efeito dos antibióticos no crescimento das bactérias. O antibiótico que inibir o crescimento das bactérias é o indicado para tratar a infecção, mas caso as bactérias cresçam e os antibióticos não tenham efeito, o resultado é um antibiograma negativo, sendo necessário utilizar outras técnicas para identificar a bactéria e combater a infecção.
Antibiograma em ágar
Fonte:http://www.exame-aracatuba.com.br/informativos/boletim0507/bol0507_pg1.htm
Antibiograma automatizado-Sistema Cimbiosys
Fonte:http://www.exame-aracatuba.com.br/informativos/boletim0507/bol0507_pg1.htm
Atualmente existe o antibiograma automatizado em que resultado é obtido através de um equipamento  que verifica o efeito dos antibióticos sobre as bactérias e indica o melhor tratamento para tratar a infecção.


fontes:
http://www.tuasaude.com/antibiograma/
http://www.laboratorioapolo.com.br/
http://www.exame-aracatuba.com.br/informativos/boletim0507/bol0507_pg1.htm