VULCÃO
O objetivo deste blog, é dar suporte aos alunos da Escola Estadual Técnica em Saúde, no Hospital de Clínicas – ETS. Assim como, a todos aqueles interessados em Ciências da Saúde e Ciências Biológicas.
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Este vídeo é sensacional!!!!Espero que a turma de histologia não deixe de olhar pois tenho certeza que ele é muito esclarecedor e as imagens são lindas!!!!! eu amei! Espero que vocês gostem.
Parte 1
Vídeo mto bom desenvolvido pela UFRJ. Tecido muscular e suas caracteristicas histologicas e fisiologicas. parte 2
Parte 2
Tecido muscular e suas caracteristicas histologicas e fisiologicas. parte 3
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
O blog é um meio de interagir com o aluno sobre novidades a respeito da matéria trabalhada de formar mais agradável. Atualmente é tão difícil fazer com que o aluno se concentre em sala de aula. Os professores devem cada vez mais buscar a atualização, para poder acompanhar os avanços no mundo moderno.
http://www.educacional.com.br/articulistas/betina_bd.asp?codtexto=636
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
células senescentes
Rugas e sinais de envelhecimento estudo animal
O aparecimento de doenças do envelhecimento e
relacionadas com a idade pode ser retardada e até evitada completamente,
pesquisadores da Clínica Mayo escreveu na revista Nature. Os cientistas
conseguiram retardar e prevenir o aparecimento de perda de massa muscular,
catarata e até mesmo rugas em um estudo com animais realizado em ratos,
eliminando as células que se acumulam com a idade - os cientistas chamam de
caloteiro células ou células senescentes. Os autores dizem que este estudo é o
primeiro a mostrar que as células deadbeat contribuir para o processo de
envelhecimento. Eles acrescentaram que eles podem ter encontrado uma maneira de
manter as pessoas saudáveis à medida que envelhecem. Co-autor James Kirkland,
MD, Ph.D., disse:
“Ao atacar estas células e que produzem, um dia
poderemos ser capazes de quebrar a ligação entre os mecanismos de
envelhecimento e predisposição a doenças como doenças cardíacas, derrame,
câncer e demência”. Há potencial para uma mudança fundamental na forma como
fornecer tratamento para doenças crônicas em idosos.
Os cientistas descobriram cerca de cinqüenta anos
atrás que as células se dividirem apenas um determinado número de vezes antes
de parar totalmente a divisão, que no ponto de chegarem a senescência celular -
um estado de limbo em que eles ainda estão vivos, mas não continuam se
multiplicando. Essas células produzem deadbeat fatores que prejudicam as
células ao lado deles, causando a inflamação do tecido. Inicialmente, essas
células disfuncionais são regularmente varridas pelo sistema imunológico do
corpo. No entanto, depois de algum tempo essas células senescentes começar a
acumular-se porque o sistema imunológico se torna menos eficiente para se
livrar deles. Isso acontece quando ficamos mais velhos cientistas têm
especulado que essas células causar doenças relacionadas à idade, mas ninguém
tem a certeza. . Somente entre 10% a 15% de uma células indivíduos idosos são
compostas de células senescentes, tornando mais difícil para determinar o quão
importante o seu papel no processo de envelhecimento pode ser autor sênior Jan
van Deursen, Ph.D., disse:
"Nossa descoberta demonstra que, em células do
nosso corpo estão se acumulando que causam estas doenças relacionadas com a
idade e desconfortos. Intervenções terapêuticas para se livrar de células
senescentes ou bloquear seus efeitos podem representar um caminho para nos
fazer sentir mais vital, mais saudável e permitir-nos permanecer independente por
um tempo muito mais longo. "
Felipe Sierra, Ph.D., Diretor da Divisão de Biologia
Aging, National Institute on Aging, National Institutes of Health, disse:
"Através de sua nova metodologia, os
pesquisadores descobriram que a supressão de células senescentes em camundongos
geneticamente modificados levou à melhora em pelo menos alguns aspectos da
fisiologia destes animais. Assim, com a ressalva de que o estudo envolveu um
modelo de camundongo exibindo envelhecimento acelerado, Este documento fornece
informações importantes sobre o envelhecimento no nível celular. "
O que os cientistas fizeram:
Dr. van Deursen e equipe geneticamente ratos de laboratório, para que
suas suas células senescentes realizado caspase 8 - uma molécula que é somente
ligado quando os camundongos são dadas uma droga que não tem efeito sobre as
células normais. Quando deram os ratos a droga, caspase 8 tornou-se ativado
dentro das células senescentes, furos nas membranas das células, matando-os de
forma eficaz. Eles descobriram que quando as células senescentes foram eliminadas,
o início da idade distúrbios relacionados, tais como fraqueza, perda de massa
muscular, catarata, etc., foi adiada. Curiosamente, quando essas células foram
removidas nos ratos muito mais velho, a progressão da idade desordens
relacionadas que tinha sido bem encaminhada foi significativamente mais lento.
Os cientistas acreditam que as células senescentes desempenhar um papel no
processo de envelhecimento. Eles também acham que essas células secretam
substâncias químicas que contribuem para as doenças relacionadas à idade e
disfunção dos tecidos. Imagem Top: MEFs primário (células de fibroblastos de
rato embrionárias) antes de senescência. Eles são fusiformes. Imagem inferior:
Exemplo de senescência celular. Células tornam-se maiores, mais plana em forma.
Eles também expressam β-galactosidase (SABG, áreas azuis), um marcador de
senescência celular. Os autores concluíram, em um resumo na revista:
"Esses
dados indicam que a senescência celular é causalmente implicados na geração de
fenótipos relacionados com a idade e que a remoção de células senescentes pode
prevenir ou retardar a disfunção dos tecidos e estender healthspan"
Escrito por
Christian Nordqvist
Copyright:
Medical News Today
GUARDA FLORESTAL NA AFRICA DO SUL.
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terça-feira, 1 de novembro de 2011
GERAL
Segunda-feira, 31 de outubro de 2011 - 15:19
Violência
Geneticista explica como a biotecnologia ajudará a identificar criminosos no Brasil
Nenhum crime é perfeito. E isso ficará ainda mais evidente no Brasil a partir desse ano, quando a Justiça passará a contar com uma base de dados integrada com informações genéticas de condenados por crimes violentos. A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado Federal aprovou em agosto a criação de um banco de dados nacional de perfis de DNA de criminosos, que permitirá maior rapidez e acerto nas investigações.
Agora, com o apoio da tecnologia e as mais recentes descobertas da biotecnologia forense, pesquisadores e investigadores brasileiros já possuem novas formas de identificar criminosos, onde o crime ocorreu, qual a arma utilizada, quem era a vítima e o horário do crime de forma mais precisa. A proposta defendida pela Comissão obriga pessoas condenadas por crimes dolosos, praticados com intenção, a passar pelo processo de identificação do perfil genético, com a extração do DNA por métodos indolores.
A genética e biologia forense são áreas da ciência forense, que utilizam os conhecimentos e as técnicas de genética e de biologia molecular, para apoiar e auxiliar a justiça, a desvendar casos sob investigação policial e/ou do Ministério Público. Esta área é também conhecida com DNA Forense.
De acordo com a professora Ana Azeredo Espin, do Centro de Biologia Molecular e Engenharia Genética da UNICAMP e membro da Sociedade Brasileira de Genética (SBG), as técnicas atuais permitem que seja extraído o DNA a partir de um fio de cabelo, sangue, tecido e/ou a secreção da mucosa bucal. Os dados são sigilosos e só poderão ser disponibilizados por um juiz, mediante inquérito instaurado, para autoridades policiais estaduais e federais.
O banco de dados será mais uma ferramenta no acervo dos pesquisadores que já atuam com as pesquisas em genética forense. Desde 1987, quando Ian Kelly foi o primeiro criminoso condenado por meio de um exame de DNA (sua história está disponível no Portal Saiba Mais Sobre Biotecnologia), muitos avanços foram conquistados para punir criminosos, descobrir paternidades e até mesmo evitar erros judiciários. “A análise genética não culpa nem inocenta uma pessoa, mas é evidência utilizada para ligar suspeito a uma cena de crime”, explica a geneticista.
“Os laboratórios possuem normas rigorosas para realizar estes procedimentos e poucos são cadastrados para fazer análises genéticas que podem ser incluídas como provas em processos criminais. O cuidado começa na coleta das provas na cena do crime, identificação de possíveis agentes contaminantes na cena, no transporte e, enfim, no estudo do material”, completa a pesquisadora.
“Pistas” até mesmo nos insetos
Assim como na série CSI (Crime Scene Investigation), outra técnica utilizada na genética forense para identificação de criminosos consiste na análise dos insetos presentes em cenas de crimes, denominado de entomologia forense. Segundo a professora Ana Azeredo Espin, o procedimento consiste na recuperação da identidade do inseto presente no cadáver por meio de um vestígio morfológico que identifica a fase do ciclo de vida em que são encontrados.
“Isto facilita o reconhecimento, identifica o período que um corpo em decomposição está exposto e a possível causa da morte. Ainda existem estudos que demonstram a possibilidade de retirar e identificar DNA humano a partir de extratos do trato digestivo de larvas que se alimentam de tecido orgânico em decomposição” explica.
Desta maneira, a identificação das espécies através de diferentes técnicas de biologia molecular torna-se uma opção factível e mais adequada, possuindo muitas vantagens, como permitir a identificação precisa da espécie, mesmo a partir de pequenas quantidades de material. “Também é útil para identificar espécimes incompletos, seus fragmentos, pupários vazios e amostras inadequadamente preservadas, situações em que a identificação por meio de caracteres morfológicos seria muito difícil”, acrescenta a geneticista.
Outra vantagem destas técnicas é que a molécula de DNA possui uma estabilidade química, mesmo após longo período de tempo, permitindo assim utilizar a análise do DNA em investigações criminais.
Conheça mais sobre Biotecnologia Forense, genética e células-tronco, acesse o Portal Saiba Mais Sobre Biotecnologia
A SBG lançou o portal “Saiba Mais Sobre Biotecnologia”, com conteúdo online gratuito para estudantes, professores e quem mais tiver interesse e curiosidade em entender melhor o que é e quais são as aplicações possíveis para a manipulação genética. O portal já nasce como uma importante ferramenta de apoio a estudantes e professores de Ensino Médio, cursinhos, universidades e é dividido em cinco áreas: biotecnologia, vegetais transgênicos, animais transgênicos, terapia gênica e células-tronco.
Qualquer um pode se inscrever: basta acessar o site, cadastrar-se e começar a estudar. Acesse: http://saibamaisbiotec.com.br/moodle/
Sobre a SBG
A Sociedade Brasileira de Genética (SBG) reúne, desde 1955, geneticistas brasileiros e todas as pessoas interessadas em assuntos relacionados à genética. É filiada à Sociedade Brasileira Para o Progresso da Ciência e tem atualmente 1287 associados, entre professores, pesquisadores e profissionais ligados à centros de pesquisa, universidades, fundações e empresas. A entidade publica livros e edita duas revistas, assinadas pela elite da genética brasileira: Genetics and Molecular Biology, publicação científica internacional, e a Genética na Escola, voltada para professores de Ensino Médio e Superior. Visite: www.sbg.org.br.
Agora, com o apoio da tecnologia e as mais recentes descobertas da biotecnologia forense, pesquisadores e investigadores brasileiros já possuem novas formas de identificar criminosos, onde o crime ocorreu, qual a arma utilizada, quem era a vítima e o horário do crime de forma mais precisa. A proposta defendida pela Comissão obriga pessoas condenadas por crimes dolosos, praticados com intenção, a passar pelo processo de identificação do perfil genético, com a extração do DNA por métodos indolores.
A genética e biologia forense são áreas da ciência forense, que utilizam os conhecimentos e as técnicas de genética e de biologia molecular, para apoiar e auxiliar a justiça, a desvendar casos sob investigação policial e/ou do Ministério Público. Esta área é também conhecida com DNA Forense.
De acordo com a professora Ana Azeredo Espin, do Centro de Biologia Molecular e Engenharia Genética da UNICAMP e membro da Sociedade Brasileira de Genética (SBG), as técnicas atuais permitem que seja extraído o DNA a partir de um fio de cabelo, sangue, tecido e/ou a secreção da mucosa bucal. Os dados são sigilosos e só poderão ser disponibilizados por um juiz, mediante inquérito instaurado, para autoridades policiais estaduais e federais.
O banco de dados será mais uma ferramenta no acervo dos pesquisadores que já atuam com as pesquisas em genética forense. Desde 1987, quando Ian Kelly foi o primeiro criminoso condenado por meio de um exame de DNA (sua história está disponível no Portal Saiba Mais Sobre Biotecnologia), muitos avanços foram conquistados para punir criminosos, descobrir paternidades e até mesmo evitar erros judiciários. “A análise genética não culpa nem inocenta uma pessoa, mas é evidência utilizada para ligar suspeito a uma cena de crime”, explica a geneticista.
“Os laboratórios possuem normas rigorosas para realizar estes procedimentos e poucos são cadastrados para fazer análises genéticas que podem ser incluídas como provas em processos criminais. O cuidado começa na coleta das provas na cena do crime, identificação de possíveis agentes contaminantes na cena, no transporte e, enfim, no estudo do material”, completa a pesquisadora.
“Pistas” até mesmo nos insetos
Assim como na série CSI (Crime Scene Investigation), outra técnica utilizada na genética forense para identificação de criminosos consiste na análise dos insetos presentes em cenas de crimes, denominado de entomologia forense. Segundo a professora Ana Azeredo Espin, o procedimento consiste na recuperação da identidade do inseto presente no cadáver por meio de um vestígio morfológico que identifica a fase do ciclo de vida em que são encontrados.
“Isto facilita o reconhecimento, identifica o período que um corpo em decomposição está exposto e a possível causa da morte. Ainda existem estudos que demonstram a possibilidade de retirar e identificar DNA humano a partir de extratos do trato digestivo de larvas que se alimentam de tecido orgânico em decomposição” explica.
Desta maneira, a identificação das espécies através de diferentes técnicas de biologia molecular torna-se uma opção factível e mais adequada, possuindo muitas vantagens, como permitir a identificação precisa da espécie, mesmo a partir de pequenas quantidades de material. “Também é útil para identificar espécimes incompletos, seus fragmentos, pupários vazios e amostras inadequadamente preservadas, situações em que a identificação por meio de caracteres morfológicos seria muito difícil”, acrescenta a geneticista.
Outra vantagem destas técnicas é que a molécula de DNA possui uma estabilidade química, mesmo após longo período de tempo, permitindo assim utilizar a análise do DNA em investigações criminais.
Conheça mais sobre Biotecnologia Forense, genética e células-tronco, acesse o Portal Saiba Mais Sobre Biotecnologia
A SBG lançou o portal “Saiba Mais Sobre Biotecnologia”, com conteúdo online gratuito para estudantes, professores e quem mais tiver interesse e curiosidade em entender melhor o que é e quais são as aplicações possíveis para a manipulação genética. O portal já nasce como uma importante ferramenta de apoio a estudantes e professores de Ensino Médio, cursinhos, universidades e é dividido em cinco áreas: biotecnologia, vegetais transgênicos, animais transgênicos, terapia gênica e células-tronco.
Qualquer um pode se inscrever: basta acessar o site, cadastrar-se e começar a estudar. Acesse: http://saibamaisbiotec.com.br/moodle/
Sobre a SBG
A Sociedade Brasileira de Genética (SBG) reúne, desde 1955, geneticistas brasileiros e todas as pessoas interessadas em assuntos relacionados à genética. É filiada à Sociedade Brasileira Para o Progresso da Ciência e tem atualmente 1287 associados, entre professores, pesquisadores e profissionais ligados à centros de pesquisa, universidades, fundações e empresas. A entidade publica livros e edita duas revistas, assinadas pela elite da genética brasileira: Genetics and Molecular Biology, publicação científica internacional, e a Genética na Escola, voltada para professores de Ensino Médio e Superior. Visite: www.sbg.org.br.
Fonte: Barcelona Soluções Corporativas
Autor: Barcelona Soluções Corporativas
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